13 julho 2011

Aí está um grande exemplo sobre o recorrente fato de a Pragmática sempre ultrapassar os limites da Gramática e de nossas expectativas enquanto professores. Nossos alunos são seres políticos, pensantes, que nos surpreendem a cada aula! Por isso, não adianta ficar buscando normas (literalmente no papel) quando regras são quebradas social e culturalmente. Não é, políticos? Ops, digo: não é, professores?! 

06 julho 2011

E ainda querem mais políticos...

O curioso é que, para os números do governo, qualidade nunca valeu um 1/3. E, a exemplo de Jaraguá do Sul, cogita-se em aumentar o número de vereadores na bancada. Daí, eu pergunto: alguém sabe para o que, pelo menos, um desses vereadores serve? Acho que já sei a ignóbil resposta: para criar leis autobeneficentes. Só isso! Por isso, vou aderir à campanha de troca de parlamentares e vereadores por professores, tal qual pedem os e-mails e correntes encaminhados a mim. Quem sabe, assim, o ensino passe a ser valorizado! Quem sabe, assim, alguns brasileiros (insensatos) libertam-se da concepção errônea de que "ser famoso" sirva de critério para eleger um leigo, sem planos: um tiririca da vida!      

05 julho 2011

É isso que nós queremos?

Ironicamente, essa charge cria estereótipos sobre o "mau professor" baseado na condição de "mau aluno". Mas será que o salário também faz jus à classe, à dignidade dessa profissão? O "sistema" tem sempre respondido que não!

06 abril 2011

Um dia de angústia... Um dia apenas!

Infelizmente, hoje, o governo tem brincado de educação. Fico tão triste, por exemplo, quando vejo pseudo propostas, leis mirabolantes, dessas que vêm na tentativa de "ajudar" o aluno a se convencer de que realmente cresceu cognitivamente! E isso nem ele mesmo entende a dimensão! São recuperações paralelas, ressignificações, uma parafernalha que nada serve como um dispositivo capaz de acionar a autonomia desses próprios alunos, o que, em outras palavras, compreendemos como conscientização e maturidade para buscar! Nesse mesmo lado, pequenos salários e outros assuntos de salas de professores, que, por ironia do destino, são reais verdades entrando diretamente em conflito com minha motivação de ensinar/aprender! Mais do que isso: minha procura laborosa para tentar "instigar/provocar" meu professor em formação a acreditar nisso! Como disse outra vez para um amigo, parece um paradoxo esse meu contexto de querer proporcionar, como professor formador, o que muitas vezes não consigo despertar em minha própria prática docente da qual teoricamente estou sempre a falar durante aulas de Estágio! Parece, enfim, uma quimera esse desejo meu de exemplificar uma espécie de aprendizagem vicária, em que eu viveria tais experiências para falar exatamente delas com tamanha fluidez, propriedade! Não estou conseguindo!